Entrei em uma casa bem pequena,bem pequenina,coloquei uma rosa para te chamar.
Em meio a tantas outras já esvanecidas no tempo,cada uma com um favor,uma permuta peculiar.
Uma casa que ninguém te vê,no teu chão,um pouco da tua existência.
Um retrato antigo,com teu vestido de domingo. adoro esse retrato.
Vou a tua casa,na rua sem nome,na cidade dos que perderam tudo,neste tempo.
As vezes satânica,algumas cólera,outras apenas estou,observo,vejo,alterno.
percepções,delicadas e quase transparentes como um véu,que vela tua pele.
A tua morada final aqui.
Hatsu