Em súplica baixa,rastejando enfiei sete lâminas no teu coração e os teus olhos tomaram todo de tua pupila dilatada,e eu te fitando tentando te seguir imaginando onde havia se perdido,e me arrasto e a pele troca e troca e te ofereço um bunker no fim do mundo e me arrasto e o pior que habita no coração dos homens é a farta satisfação,eu me arrasto e teu ofereço um bunker no fim do mundo no fim de tudo,eu me arrasto e me desfaço no breu.
Eu vi os ventos de Satãn e aqueles que de tua entourage se rastejam destruirem os telhados de seus casebres e jogando ao vento as coisas bem gardadas em teu sótão aniquilando, definhando,e todos os males do teu corpo virão em chagas e da tua alma crescerão espinhos e me arrasto para dentro das covas da tumbas e das sepulturas mais antigas e te arranco a pele e os de boa índole fazendo morada na ironia mal dizendo tuas derrotas
Eu me arrasto e em súplica na fossa dos malditos te abro uma garrafa de fel enquanto fomentam todos os teus fracassos e o eterno lamento pois no banquete da vida não houve convite
E eu me arrasto e com flores negras deixo aos pés da Madona incompleta a amarga cartase da ironia,que foi suplicae,e vil hoje ...me arrasto...
Hatsu