Todas as tuas coisas,teus santos,tuas rezas estão de ponta cabeça de trás para frente...
No dia dos mortos,me agarro na terra úmida pela chuva fina e sempre e sempre...tirei as correntes de teu mausoléu e te vi deitado de cabeça para baixo (?) abri um livro de conjuros e falei pragas e maldições que surgiam dos outros que habitavam na rua morta.
Conheço todos lugares onde estão teus ossos, pedaços da tua alma,te chamo em uma ciranda de velas,os livros antigos ...teu nome estava lá.
No dia dos mortos eu me esquento na tua pele gelada (?) um pouco lá,eu volto por onde nunca entrei (?)
Adornando com flores mortas,vasos velhos no dia dos mortos,enterros de faz de conta no dias dos mortos,os mortos não estão mortos (?)
A nova morada,te trás e comunga com os teus, ninguém houve teu desespero(?) esperando perder o controle e "peek a boo" a tua morada renovada ...no dia dos mortos.
Fizemos algo horrível!!!!de lamber os dedos (?) abri seu closet e estava cheio de souvenirs pagãos (?)
Caminhando sob a chuva fininha no dia dos mortos .
Hatsu
