Uma sala branca,não havia nada lá,o capitone das paredes elegante,e me deixava segura.
tinha que comer com as mãos,os cortes estavam abertos,vez ou outra pessoas cobertas com uma gentileza congelante,traziam venenos que me faziam ser parte daquelas paredes...
As vezes o vermelho maculava,tentando quebrar o vidro da redoma,
As horas mais silênciosas escutando as batidas e o sangue correndo em pulsações,sentindo cada estalo da alma.
O chão se abria como um lago negro e de lá saíram criaturas horrendas de formas indescritíveis,do alto esboços de pessoas sem tronco,outras... cabeças sob mãos e falavam obcenidades sobre santos...
Mordia a pele arrancava pequenos pedaços de carne percebia a ausência do sofrimento,descendo...descendo,olhava o teto branco delimitando o que estava do lado de fora ...
Hatsu