Olhei para trás,fui afrente ...
Não havia nada,nada de nada
O nada sendo consumido por um imenso buraco cheio de nada.
Não havia o que esperar,esperando atrás de uma porta trancada,eu perdi a chave.
Eu me deixei,procurei na bagunça do sótão,algo que pudesse reconsiderar.
Me parti em um trilhão de pedaços bem pequenos, impossíveis...
Me vi em perspectiva,últimas desgraças em celulose,tomei combinados,vislumbrei como seria em outro.
Corte no horizonte...cor intensas em tom de vermelho...vermelho...rosa...
Hatsu