Sangue em terra cheia de dor,entrei para espiar tua desgraça,atear fogo em tua loucura.
Conversei com demônios,no final de tudo,um tiro em teu pensamento vil,o que sobra de tua existência,um pouco eu guardo,um pouco eu como,um pouco eu enterro.
Te velarei em vida,talvez sinta os vermes te devorarem.
Evoquei os mais antigos, confeccionado presentes malditos.
Entortei tua alma,rezarei horrores.
Não abra este livro,não é boa coisa.
Maus agouros são tua raiz,um chão maldito,te engole,perdendo a sanidade gritando,sugada como areia movediça,todos foram tragados.
O melhor do pior no banquete de carnes podres. um homem morto,outro e outro,todos em camas de aço,senti uma atração gelada,..
E se o melhor dos tanatologos,te deixasse bem ereto,teria uma "petit mort".
Banharia me,com teus restos drenados,
O sangue novo,me renovaria como Elisabeth.
Te degolei para,me ajeitar na cama de louça.
Ali repousarei,apreciando teu desespero.
Alguns demônios não podem ser evocados.
Todos aqueles que refletem o espelho.
Hatsu